Proteja-se das doenças de verão

O verão chegou com tudo! Em algumas cidades a sensação termina beira os 50 graus! E para se refrescar, o jeito é cair na piscina ou curtir uma praia,não é? Entretanto, o médico Dr. Luiz Fernando Carvalho, da Clínica Doktor’s alerta que algumas doenças típicas desta época do ano podem atrapalhar as tão almejadas férias. Saiba quais são elas e como se proteger:

 

Desidratação

A desidratação ocorre quando eliminamos do corpo líquidos e sais minerais em excesso. Naturalmente, por meio do suor, urina e fezes, perdemos em média 2,5 litros de água por dia. Com as altas temperaturas, essa quantidade aumenta, podendo ocorrer outras formas de eliminação, como vômitos e diarreia.

Os principais sintomas do problema são: sede constante, ressecamento de boca e olhos, tontura, sonolência e dor de cabeça. Para evitar, é preciso ingerir muito líquido, ficar em locais arejados e manter uma alimentação leve, regada à folhas, frutas e sucos naturais.

 

Micoses

A pele úmida e o calor são aspectos que favorecem os micro-organismos que causam micose, principalmente em áreas de dobras como axila, virilha e entre os dedos. Por isso, se quer ficar longe do problema, seque muito bem o corpo após o banho de mar, chuveiro e o uso de piscinas. Além disso, evite andar descalço em áreas molhadas.

A micose causa coceira e vermelhidão. Ao notar a enfermidade, procure um dermatologista para indicar o melhor tratamento, que normalmente é feito com o uso de pomadas.

 

Intoxicação alimentar

No período de férias é muito comum comer em barraquinhas de praia, clubes e outros locais em que desconhecemos as condições de preparo e conservação dos alimentos. Especialmente os frutos do mar, caso não sejam preparados de forma correta, podem causar intoxicação alimentar e colocar os dias de descanso por água abaixo.

Os principais sintomas são dor na barriga, diarreia, vômitos e febre. De imediato, é indicado consumir bastante líquido e tomar soro de hidratação oral. Em seguida, é necessário buscar um médico para avaliar o caso e seguir com o tratamento. É importante lembrar que o organismo de bebês e crianças ainda não está totalmente preparado para receber uma carga bacteriana intensa, por isso, quando notar os sintomas procure imediatamente o pediatra.

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